quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Nazistas na Amazônia?

Uma cruz de madeira ostenta uma suástica nazista no cemitério de uma ilhota do Rio Jari, entre os estados do Amapá e Pará. É o que resta da expedição nazista que chegou a Belém em 1935 e durante dois anos explorou a Geologia, fauna e flora da Amazônia.

Um livro de 1938 achado num sebo em Berlim traz anotações precisas da expedição. Intitulado "Mistérios do Inferno da Mata Virgem", o diário do biólogo e geógrafo Otto Schulz-Kampfhenker revela que quatro oficiais alemães teriam interesses além dos científicos: buscavam os acessos e caminhos do Amapá até a Guiana Francesa, região estratégica a ser ocupada na guerra que se aproximava.

Os exploradores levaram 11 toneladas de suprimentos e munição para 5 mil tiros. Enviaram para a Alemanha as peles de 500 mamíferos diferentes, centenas de répteis e anfíbios e 1.500 objetos arqueológicos. Produziram 2.500 fotografias e 2.700 metros de filme 35mm que mostram índios, caboclos, animais, peles, cobras e outros espécimes exóticos do mundo tropical.

Eles também aproveitaram para testar um hidroavião com flutuadores de compensado de madeira, técnica inédita na época, e algumas armas e equipamentos não detalhados no livro.

A missão foi repleta de incidentes. O piloto errou duas vezes a rota de Arumanduba, de onde partiriam. Somente ao chegarem ao rio descobriram que era raso, encachoeirado e pedregoso, inviabilizando o uso da aeronave. O jeito foi seguir a pé e de barcos, com a contratação de caboclos para fazer o trabalho braçal. 

Os alemães apreciaram o tipo indígena dos aparaís: "construído como um atleta olímpico (...) parecendo uma estátua de bronze modelada por um artista". Fizeram amizade com eles apresentando-se como "filhos do Papai Grande da Ciência" e moraram na aldeia durante quase um ano, período em que Schulz teve uma filha com uma das nativas.

A expedição, porém, continuava azarada. Um dos alemães, Joseph Greiner, contraiu malária e morreu poucos dias depois. Foi enterrado ali mesmo, numa ilha do Rio Jari, onde está a cruz com a suástica. A expedição prosseguiu por mais um ano, até fevereiro de 1937, com ajuda de caboclos e índios. Malária, repetidos acidentes e apendicite atacaram os alemães. Otto quase perdeu a vida ao tentar subir as violentas corredeiras do rio.
A expedição terminou e os sobreviventes retornaram à Alemanha. Em seu diário, Otto anotou que concluíram a maioria das experiências técnicas "em prol de missões maiores no futuro".

SERÁ QUE PODEMOS AFIRMAR QUE O BRASIL FAZ VALER A SUA SOBERANIA?

8 comentários:

John Brauner disse...

Esse texto mostra claramente, que até os nazistas já estavam a focar sua atenção na Amazônia.

Brasileiros, tomem cuidado!

Anônimo disse...

Esse texto mostra que os nazistas já sabiam desde a antiguidade o valor da Amazônia, e que ate hoje o brasileiro não da valor a ela e por isso acabará perdendo-a.


Amanda Minduca e vanessa Lins

Anônimo disse...

Esse texto mostra que os nazistas já sabiam desde a antiguidade o valor da Amazônia, e que ate hoje o brasileiro não da valor a ela e por isso acabará perdendo-a.


Amanda Minduca e vanessa Lins

Anônimo disse...

esse texto tem haver com assunto visto em sala de aula pois os nazistas eram tão autoristas que achavam que tinham direito sobre a floresta amazônica, mostrando assim que eles achavam que eram um povo superior aos outros.



Amanda Minduca, Vanessa Lins

Anônimo disse...

esse texto mostra que os nazistas já estavam de olho no nossa amazônia,pois ela é muito rica e grande vamos ter que tomar muito cuidado

josé gabriel e joão pablo
9ano a
salesiano

Anônimo disse...

Juliana e Vitória/nº18,28
Escola Salesiana Pe. Rinaldi

Vimos em sala que a Alemanha estava querendo conquistar territórios e neles aplicar suas metas.Os nazistas da Alemanha vieram para o Brasil na Amazônia com este objetivo.

Anônimo disse...

Juliana e Vitória/nº18,28
Escola Salesiana Pe. Rinaldi

Vimos em sala que a Alemanha estava querendo conquistar territórios e neles aplicar suas metas.Os nazistas da Alemanha vieram para o Brasil na Amazônia com este objetivo.

Anônimo disse...

muito bom seu blog